21 de junho de 2016

15 HÁBITOS DE FELICIDADE REVISADOS POR MIM

O original era:

Acorde cedo. Receba o sol. Mande alguns pra puta que o pariu. Coma saudável. Siga seus sonhos. Faça meditação diária. Crie hábitos saudáveis. Se penteie. Tire tempo para sua família. Sorria. Tenha fé em você. Não acredite em ninguém que se intitule deus. Dar, receber, agradecer. Trabalhe no que você ama e ame o que faz. Celebre suas vitórias.”

Não gostei dessa lista, como em geral não gosto de nenhuma lista, regra ou preceito de auto-ajuda, daí dei uma modificada básica nela. Quer ver as minhas mudanças?

1 - Acorde e vá dormir a hora que você quiser.

2 - Receba o sol, a chuva ou o que vier.

3 - Pense um pouco antes de sair mandando gente pra puta que o pariu, mas se for necessário mesmo, faça-o sem remorso.

4 - Tente comer saudável, mas não se furte de um dos maiores prazeres da vida em nome dessa utopia.

5 - Só siga seus sonhos depois de analisá-los bem acordado e perceber que vale a pena e que não vai machucar ninguém pelo caminho.

6 - Pense, relaxe, descanse... chame isso de "meditação" se você quiser, mas pode também chamar de ler um livro, cuidar das plantas, ou qualquer outra coisa que te faça bem.

7 - Crie hábitos saudáveis se você gostar de rotina, caso contrário apenas tente colocar coisas boas no seu dia a cada dia.

8 - Se penteie se você achar que fica bem assim, caso contrário corte o cabelo bem curtinho e passe os dedos. Ou deixe grande e despenteado mesmo e mande pra puta que o pariu quem te encher o saco por isso. O cabelo é seu!

9 - Tire tempo pra sua família, principalmente seus filhos e aquela pessoa com quem você divide a escova de dentes. Mas se tiver gente babaca no restante da família não se furte de isolar ou mandar à merda se encher muito o saco.

10 - Sorria, sorria sempre, sorria muito. O seu sorriso faz bem aos outros e faz bem a você também. Nem ligue se te chamarem de bobo(a). Se não for de maldade, mesmo o sorriso falso é bom porque sorriso não serve só para mostrar alegria, ele é capaz de criá-la.

11 - Não tenha fé em nada, não tenha fé em ninguém, não tenha fé em você mesmo. Substitua a irracional "Fé", que decepciona muito, pela vontade, pela razão, pela torcida e pelo "plano B".

12 - Não acredite em ninguém que se intitule "escolhido", "especial", "esclarecido", que foi alvo de um "milagre" e agora quer "mudar a sua vida", que "sabe", que "tem contato com o mundo espiritual", que vê o futuro em qualquer tipo de coisa desde mão até estrelas, que quer seu "sacrifício" e qualquer outra babaquice do tipo.

13 - Dar é mais legal que receber, receber é tão bom quanto ser amado, retribuir é uma maneira concreta e não apenas formal de agradecer. Mas fazer qualquer uma dessas coisas sem sentir vontade e verdade é hipocrisia e idiotice.

14 - Todo mundo sabe que o ideal é fazer o que se ama, é amar o que se faz, mas qualquer babaca sabe que para sobreviver a maioria das pessoas não pode ser assim tão seletiva. Se você não conseguir amar o que faz, coloque aquele sorriso aberto na cara e tente sentir amor, ou ao menos empatia pelas pessoas que estão ao seu lado nessa atividade involuntária; o trabalho pelo salário será menos árduo dessa forma.

15 - Sim, celebre suas vitórias, mas não tripudie sobre os que não a obtiveram e, se possível, torne-as coletivas, porque celebrar em grupo é bem mais gostoso do que celebrar sozinho(a).

30 de maio de 2016

A prova de que ateísmo, assim como religião, não é prova nem de bondade nem de inteligência.

Postei esse parágrafo em um grupo fechado de ateus do Facebook:

"E os "os machos de plantão" (junto com a Globo e outros escrotos do gênero) sempre estão procurando na vítima algo que faça com que ela "se pareça" com uma puta... Como se as putas pudessem ser violentadas numa boa".

Por causa desse texto, alguns dos membros do grupo que fazem isso, comentaram da forma mais rasteira, preconceituosa e burra possível.

Por continuar na defesa da menina, fui ofendida de forma ainda mais tosca e bizarra do que as diversas vezes em que fui ofendida por crentes pelos meus textos ateístas.

Chegaram a pegar uma foto minha e colocar um desenho pornô em cima me chamando de puta velha, o tipo mais bizarro do argumento ad hominem que nós, ateus, cansamos de dizer que é apelação constante dos crentes (e é mesmo!).

Tudo porque ousei defender uma menina de 16 anos!

Para a gente ver que ser ateu não é garantia de moralidade, menos ainda de inteligência.

A maldade do ser humano independe de religião ou da falta dela.

Nem toda pessoa que "se afasta de deus" procura conhecimento e humanidade, alguns levam sua burrice e/ou seus preconceitos com orgulho e, talvez, novo ânimo, já que perderam o medo do castigo.

É nisso que penso quando acuso Malafaia e seus iguais de serem ateus.

18 de maio de 2016

COXINHAS OU TROUXINHAS

Bem, como já disse aqui antes, sou muito ignorante nesses trâmites legais todos que vejo as pessoas usarem para afirmar que a Dilma cometeu crime. Sério, não discuto isso por pura ignorância e, principalmente, por ter certeza de que, se o fizesse, eu "daria com os burros n'água.

Acontece que não duvido dos crimes dos quais a presidente e outros petistas são acusados, não tenho conhecimento legal para isso e tenho conhecimento de vida suficiente para não duvidar.

Quando digo que foi golpe - E FOI !!! - não estou falando que a Dilma é uma santa, se eu pensasse assim teria votado nela; e tampouco estou dizendo que o Lula é a "salvação do país", de novo, se eu pensasse assim teria votado nele para o segundo turno.

O que me faz afirmar que foi golpe e me posicionar contra tudo isso é toda a conjuntura suja e porca que foi criada a partir da reeleição da Dilma.

Apoiados pela Globo e as outras mídias podres, APENAS em interesse pessoal, USANDO pessoas desinformadas e/ou crédulas que em muitos casos têm memória de peixe de aquário e não sabem nada de história, uma corja enorme de BANDIDOS se aliou apesar de suas diferenças para tirar da jogada o partido que se atreveu a entrar no meio deles e começar a jogar o mesmo jogo.

Eles são TÃO piores que a Dilma (com o agravante de que não foram eleitos) que só de ver a cara deles fazendo discurso eu sinto engulhos!

Se essa coisa toda tivesse sido orquestrada por gente decente, se esse ódio não fosse tão seletivo, se os que a acusam não fossem criminosos muito piores e até criminosos que cometem há décadas os mesmos crimes dos quais a acusam sem nenhum problema, aí talvez eu estivesse vestindo camisa da FIFA, tivesse amassado uma de minhas panelas e até poderia ter, como já vi aqui em São Paulo, uma faixa com os dizeres "Tchau Querida" do lado de fora da minha janela.

Mas não foi isso que aconteceu. Foi como Al Capone no seu auge acusando o sitiante que abriu um boteco no mês anterior de estar vendendo bebida ilegal.

Me desculpe, mas se isso não é golpe aos olhos das leis (no que até os que entendem de lei discordam) é o tipo de golpe moral apoiado no que o Leandro Karnal falou em um dos vídeos dele: A cultura desonesta baseada na frase de alguém cujo nome não me lembro que disse que "O que não é proibido é permitido".

Eu fico fora dessa, obrigada!

PS: Quando falo em pessoas desinformadas e que não conhecem história, não estou dizendo que sou hiper bem informada e especialista em história, estou dizendo apenas que vi, vivi e leio o suficiente para não ser uma alienada e que sei o suficiente de história para não engolir qualquer absurdo. Algumas partes dessa história eu até mesmo cheguei a viver.

15 de maio de 2016

CURSOS DE TEOLOGIA APROVADOS PELO MEC

Li que Thomas Paine teria dito que a teologia cristã é o estudo do nada. Procurei no Google e não encontrei nenhuma confirmação de que ele tivesse mesmo dito isso com essas palavras, mesmo assim tenho quase certeza de já ter lido isso em mais de um lugar então aqui vai minha opinião a respeito das faculdades de teologia:
Teologia não é ciência. É um absurdo existir faculdade de teologia como se ela realmente fizesse parte da gama de conhecimento que tem, graças aos seus progressos como objetos de pesquisa e análise lógica, seu lugar entre as ciências.
Certamente esse bizarro arremedo de ciência tem, além de outras desvantagens, a capacidade de, para pessoas mais desavisadas (que, infelizmente, são a maioria), emprestar um verniz de legitimidade a vários desses monstros da falta de caráter que se autodenominam bispos e/ou que pregam a necessidade de os incautos, os manipuláveis, os pobres e os desesperados darem dinheiro a eles. Mas acho que esses bandidos não seriam muito melhores sem a teologia.
O que sinto mesmo é uma profunda pena das pessoas mais comuns, que estudam essa coisa achando, sinceramente, que estão estudando ciência.
Não consigo imaginar onde está a seriedade de um curso de pseudociência. E não consigo entender por que cargas d'água cursos desse tipo conseguem aprovação do MEC. Acho que ter esse tipo de coisa só consegue ser um fator que depõe, e com muita força, contra a validade e seriedade do próprio MEC.
O fato de existir um curso de teologia validado pelo MEC, a meu ver, não torna o curso sério nem valida a teologia como ciência, apenas tira a seriedade do Ministério de Educação e Cultura. Nada mais.

14 de maio de 2016

SONHO

Eu queria, queria mesmo, 

que TODOS, ou pelo menos a maioria, 

dos países de primeiro mundo 

(Europa e América do Norte) 

declarassem Temer e seus asseclas 

(porque o são!) 

como "persona non grata" 

e se recusassem a recebê-los em seus países 

e até a conversar com eles! 

Isso seria TÃO lindo! 

Um MARAVILHOSO calaboca

na "elite" brasileira 

que se julga tão superior 

e "de primeiro mundo"!
 

Sonhar pode, né?

12 de maio de 2016

O VENENO DO AMOR PRÓPRIO

Às vezes penso que a pior de todas as causas das maiores merdas do mundo é essa coisa tremendamente louvada chamada "Amor Próprio". 
Há uma verdadeira cultura do amor próprio. Frases como "Você precisa se amar primeiro antes de amar outra pessoa" ou "Se você não se amar, quem vai?" e a colocação da "falta de amor próprio" e/ou da "Baixa autoestima" como doença séria a ser combatida a qualquer custo são lugar comum desde muito tempo.
Essas visões que exaltam o egoísmo muitíssimo acima da empatia - que aliás pouco se vê exaltada - me parecem mais danosas do que se pode imaginar justamente porque destaca, e até torna obrigação, uma característica inata do animal humano que tende a fazer com que ele coloque, sem culpa, o "velho deitado" que diz que os fins justificam os meios como um preceito válido até mesmo no inconsciente.
É o amor próprio exacerbado que leva uma pessoa a se acreditar "escolhida" por uma entidade superior para uma "missão" de suma importância (mesmo que seja de sacrifício com vistas ao pós morte) e que faz delas os líderes. É o amor próprio exacerbado que faz com que dezenas, centenas, milhares de pessoas (dependendo do carisma e da esperteza do líder) se transformem em seguidores fiéis e convictos desse líder porque acreditam - levadas por esse amor próprio - que são especiais, são superiores ao "comum dos mortais" e por isso, se assim agirem e não desviarem da missão que lhes foi destinada, estarão elas também, não caindo nas graças desse ser superior porque elas já têm essa graça uma vez que são "superiores", mas se mantendo nessa posição "predestinada" de ser "especial" para esse deus. Seja ele qual for.
E, devido a essa característica mais negativa do que positiva do bicho humano, esse deus sequer precisa ser deus. O animal humano pode se sentir superior e especial por qualquer outra adoração, como um pedaço do minúsculo planeta onde vive, uma cor que representa um esporte que gostaria de ser bom o suficiente para praticar, um grupo que tenta conservar ou modificar um determinado aspecto qualquer de sua vida social, familiar ou sexual e até mesmo algum detalhe de sua anatomia...
Ao mesmo tempo que o amor próprio é colocado como sinal de saúde e obrigação de qualquer um que se julgue - ou queira ser julgado - uma pessoa completa e digna de confiança (que é um tipo de louvor), a humildade é também exaltada como qualidade que torna quem a possui superior. Daí vem a gana de provar que "Eu sou mais humilde do que você" e a palavra humildade perde totalmente o seu sentido abstrato original e toma, para efeitos práticos, o sentido justamente do seu antônimo.
É por isso que as religiões exaltam tanto a humildade, que há tantos fiéis dizendo que são humildes ao mesmo tempo que têm certeza de que são escolhidos de deus e que afirmam aos quatro ventos que esse deus os ama acima de todas as coisas (até do próprio filho).
O máximo que a humildade faz por eles é permitir que se inclua (com muitas ressalvas e exigências) pessoas do seu grupo mais restrito nessa predileção divina.
Enfim, na minha visão, poderíamos ter evoluído nossa sociedade a ponto de não estarmos mais precisando nem de líderes nem de massas de seguidores se, em lugar de exaltar o egoísmo - sob a máscara de mil eufemismos - como sinal de saúde. Se a gente conseguisse tirar todas essas máscaras, dar a elas seu verdadeiro nome e definir o egoísmo como algo necessário mas extremamente perigoso do tipo "manuseie com cuidado" e "use com moderação", me parece bem possível que conseguiríamos construir uma sociedade bem menos nociva, absurda e contraditória.

6 de maio de 2016

Entre o mau e o bom

Minha teoria básica é que as pessoas são mais más do que boas, embora as nuances entre a pessoa boa e a pessoa má seja, a meu ver enorme. Ou seja, existem pessoas "quase boas" em um zilhão de níveis, alguns dos quais se confundem significativamente com o número (enorme a meu ver) de pessoas "quase más". A pessoa totalmente má é rara, mas muitíssimo menos rara do que a totalmente boa. Claro que essa é a minha teoria e a minha opinião!
Imagine aquelas linhas em que uma ponta é branca e a outra é preta (ou qualquer outra cor) e que no meio tem todos os níveis de cores até chegar de uma extremidade a outra. Essa linha, na qual uma ponta é o totalmente bom e outra ponta é o totalmente mau é bem longa e entre uma ponta e outra tem muitos (muitíssimos mesmo!) tons intermediários.
Acho que o que acontece com as pessoas boas - ou que estão naquela nuance entre o totalmente bom e o totalmente mau, mais próximas do totalmente bom - é que, mesmo que se deixem enganar pela mentira do "deus bom", seja ele qual for, não se deixarão convencer por nenhum "enviado" ou "representante" do tal deus a praticar atos ou a desenvolver conceitos maus. Elas simplesmente não farão isso porque são boas!
Eu conheço pessoas que são católicas e que não têm preconceito contra homossexuais, ateus, outras religiões; que são favoráveis à descriminalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e que têm ateus (eu inclusive e me sentindo muito honrada) como amigos...
Enfim, essas pessoa não concordam com e não dão seu aval a nenhum dos preconceitos que são inerentes aos dogmas e preceitos da ICAR.
Para dizer a verdade, euzinha, ignorante que sou, não consigo entender, e menos ainda explicar, como essas pessoas conseguem se denominar católicas sendo assim TÃO melhores do que a religião a que pertencem. Mas para minha maior surpresa, elas não só se dizem e se sentem católicas como acreditam - ao contrário do que eu tenho certeza de que acontece - que é a religião que faz com que elas sejam assim. Sério, eu já desisti de entender...
Da mesma forma e ainda mais surpreendente, conheço evangélicos que são como descrevi as pessoas católicas no parágrafo acima. Sei que parece uma total incoerência, e eu não consigo ver de outra forma, mas a pessoa é evangélica, vai aos cultos, ouve as pregações, às vezes até participa de forma mais ativa de determinada igreja, e mesmo assim é, em atos, em conceitos, em postura, MUITÍSSIMO melhor do que a religião da qual faz parte. Juro que não entendo, mas vejo e é exatamente isso que acontece. Minha mãe é um exemplo desse último caso mas não é a única pessoa assim que conheço.
Por causa dessas pessoas, pensando e lembrando de como são e como pensam, foi que desenvolvi essa minha teoria de que as pessoas só se deixam levar para o mal pela religião quando estão, com seu caráter e sua personalidade, mais próximas do totalmente mau do que do totalmente bom, naquela linha de nuance que imaginei como uma linha colorida parecida com aquelas que mostram, por exemplo, as muitas nuances da cor azul. Estou explicando novamente para que fique bem claro o que minha cabecinha maluca anda pensando. Imagino que todo mundo já viu algo parecido com isso.
Ou seja, na minha visão, essas poucas pessoas que estão mais próximas do totalmente bom naquela linha de nuances, podem aderir a qualquer religião e acreditar em qualquer mentira que não se deixarão levar àquele ponto em que sua crença prejudique a si mesma ou aos outros. Já aqueles que estão do meio para o lado mais próximo ao totalmente mau na linha de nuances, e que, infelizmente, a meu ver, são maioria. Conseguirão prejudicar ao outro e a si mesmos independentemente da ou do tipo de crença ou mentira a que resolvam aderir ou que resolvam rejeitar.
Nesse "mil pontos" podemos encontrar católicos, evangélicos, muçulmanos, ateus, torcedores do Palmeiras, do Corinthians, feministas, machistas, petistas, coxinhas... enfim, todo tipo de pessoa com todo tipo de crença, fé ou preferência.
Resumindo: Minha teoria é que, independentemente do que você creia ou deixe de crer, é o seu caráter que fará com que você seja ou não influenciado e levado a sentir, ser convencido a ou não, concordar com ou não, ou a praticar atos que prejudiquem a você mesmo ou, principalmente, ao outro.
Na minha visão, não importa qual é a sua tribo, se você é uma pessoa boa, eu quero mais é estar do seu lado!
E o que podemos fazer pelas que estão mais para o meio do que para as extremidades? Educar! Informar! Tentar trazê-las para o lado menos prejudicial. Não teremos sucesso total - vide os cristãos mau caráter que se tornam ateus mau caráter - mas ainda assim, acho que vale a pena tentar. Porém NUNCA generalizando os religiosos, os torcedores, os partidários de qualquer lado, como "escória", "ignorantes", "vilões", etc. Em respeito àqueles que exemplifiquei acima e também para não corrermos o risco de estarmos nos virando mais para o lado do totalmente mau na linha de nuances.
OBS: Imagino que é quase desnecessário dizer, mas mesmo assim vou dizer que os "quase ou muito" psicopatas assassinos com histórico, pedófilos praticantes, nazistas convictos, e outros grupos do tipo ficam totalmente fora da minha análise porque são caso de isolamento e não de convivência social.
Bem, é isso e boa tarde a todos!

4 de maio de 2016

APOLOGIA DA MENTIRA

Eu sou uma "anomalia" defensora da mentira! Vivi mentindo boa parte da minha vida e não me arrependo nem um pouco disso. Pelo contrário, me felicito por ter agido dessa forma.

Durante minha infância, adolescência e juventude, mentir, em muitos casos, era, como digo sempre, uma questão de sobrevivência. Fui uma pessoa rebelde quase que desde as primeiras hora., Meus pais (principalmente meu pai) eram adeptos das chineladas, tapas, surras de varas e cintos. Apanhei muito e teria apanhado muito mais se não tivesse descoberto os benefícios da mentira.

Não vou entrar em detalhes porque teria que contar uma longa e provavelmente entediante história, mas eu certamente não seria quem sou hoje se não fosse pela "epifânica" descoberta dos incríveis benefícios da mentira.

Aprendi a mentir e a mentir bem. Deixei de sofrer muitas "correções educativas" por conta dessa habilidade. Como posso falar mal da mentira?

Agora, quanto à mentira que causa mal à pessoa que mente e às pessoas que não mentem mas são direta ou indiretamente atingidas, aí eu acho que a coisa fica um pouco mais complicada e que envolve, de forma mais incisiva do que aparentemente as pessoas percebem, aquela coisa chamada caráter.

Uma pessoa que mente a si mesma para acreditar em um deus bom que, como um amigo imaginário, cuida dela e a protege, na minha opinião, não causa mal nenhum, nem a si nem a outras pessoas. Claro que, se se limitar a isso.

E essa pessoa pode ajudar muita gente e colaborar para fazer o mundo melhor, por conta da crença nesse deus e, mais ainda, por conta da própria bondade, mesmo quando, como é muito comum, atribui a esse deus no qual acredita a bondade que na verdade é muito sua. Existem muitos religiosos assim.

Mas uma outra pessoa com a mesma crença no mesmo deus, pode mentir a si mesma e, por acreditar na própria mentira, não causar nenhum mal a si própria (ou causar) mas causar mal a outras pessoas. Para isso basta ter menos caráter e "engolir" qualquer história que diga que sua crença deve estar atrelada ao ódio por quem de alguma forma não compactua de sua fé.

O nível de dano - ao outro e a si próprio - desse segundo caso vai do mais simples, que talvez seja a mera manifestação de aversão passiva, do tipo "Não quero você como meu amigo" até o nível mais danoso que seria provavelmente o nível a que chegaram os radicais homens bomba crentes em Alá.

Na minha visão, o que faz a diferença e que cria as nuances de danos quando se fala em mentira é apenas o caráter do mentiroso.

Não consigo, que me desculpem mas não consigo mesmo, acreditar que uma pessoa boa e decente possa ser levada a fazer o mal, a si e ao outro, por conta de uma crença.

Ah, sim. E o que eu disse sobre crença religiosa vale para outras crenças também, como a crença política e até a crença de que "O Palmeiras é o melhor time do mundo e todos os corintianos têm que morrer".

3 de maio de 2016

A MALDADE DENTRO E FORA DA RELIGIÃO

O triste, triste mesmo, é que as pessoas são mais más do que boas, independentemente de serem religiosas ou não.

Isso é triste porque os escrotos aproveitadores, egoístas ou simplesmente maus, são muitos, estão em todos os lugares e pertencem a todos os grupos.

Daí os religiosos realmente bons (apesar da religião a que aderem) acabam sendo minoria entre os que são e os que podem se tornar maus.

Há os religiosos que não são, em princípio, maus, mas são facilmente transformados em maus (ou expõem facilmente seu lado mau) se tiverem um líder adequado. Ou seja, são facilmente manipuláveis e podem ser levados ao bem ou ao mal de acordo com o líder que seguem. Esses são muito numerosos!

Tem os religiosos que não se mostrariam maus em outras circunstâncias porque são medrosos demais para agir contra o que “está escrito”. Mas esses, se tiverem um líder ou um contexto que possa convencê-los de que seus atos são justificados pela religião, deixarão facilmente a ambição de liderança, a mal disfarçada sede de poder, ou a simples megalomania transformá-los em "paladinos da moral", "enviados de deus" ou "escolhidos em sacrifício" porque eles estão ansiosos para serem convencidos de que foram destinados a ser “o braço”, “a mão”, “a voz”, “a ira” de seu deus  - ou outra nomenclatura que esteja na moda. Em nome disso, atrás desse escudo inventado e recebido de bom grado, esses religiosos praticarão atos de refinada crueldade sem pestanejar. Torquemada que o diga!

Entre os ateus, infelizmente, acho que não é assim tão diferente. Afinal, ateus também são humanos! Então, por mais que muitos religiosos preguem e muitos acreditem que não é possível, o fato é que existem também muitos ateus que são bons, que praticam o bem simplesmente porque é a coisa certa a fazer. Sem esperar e sem crer em recompensa. Fazem porque sentem empatia pelo ser humano, pelo animal, pela natureza, pela vida que sabem ser única.

Mas também há os ateus que são maus, aproveitadores, megalomaníacos e ambiciosos. Afinal, se em todos os grupos humanos há os bons e os maus, por que entre os ateus seria diferente? Esses ateus maus não podem deixar de ver as vantagens de se fingir de religiosos para se aproveitar e faturar em cima, principalmente do segundo grupo de religiosos que citei acima: Os manipuláveis, as ovelhas, os que não são maus mas que aceitarão e concordarão com qualquer tipo de maldade que um líder esperto afirme ser "a vontade de deus".

Essas ovelhas são capazes de concordar, financiar e – quando se reúnem em grandes grupos – praticar terríveis atrocidades achando MESMO que estão praticando o bem e salvando o mundo. Períodos negros e episódios sanguinários da história da humanidade tiveram esse tipo de ateus e religiosos maus e esse tipo de ovelhas como protagonistas.

E agora, aqui no Brasil, vem despontando uma triste e - na minha visão pessimista – irrevogável volta desse último exemplo. Não consigo deixar de pensar que muitos desses grandes e milionários líderes das bancadas religiosas e das religiões neopentecostais são ateus maus sedentos de fortuna e poder que, travestidos de religiosos, estão se aliando a religiosos tão maus e tão sedentos de poder quanto eles.

Juntos, esses ateus maus e esses religiosos maus (como saber quais são uns e quais são outros?) vêm arrebanhando imensas manadas de orgulhosas ovelhas prontas a seguir cegamente suas ordens.

Com votos e dinheiro, as ovelhas vão continuar justificando, financiando e apoiando suas atrocidades até que um dia – talvez – alguém consiga fazer com que parem de balir tempo suficiente para perceberem que estão sendo manipuladas. Se é que ovelhas têm cérebro suficiente para isso.

Quanto tempo vai demorar para que essa libertação aconteça? Não sei. Da última vez que tomaram o poder demorou séculos, não foi?


11 de abril de 2016

PROVA DE CARÁTER


Se para você um deus TODOPODEROSO não tem poder para evitar que crianças sofram.

Se para você um deus TODOBONDADE consegue permitir que crianças sofram.

Se para você um deus ONISCIENTE consegue saber que uma criança está sofrendo e não fazer nada.

Se para você um deus ONIPRESENTE está no mesmo lugar onde uma criança sofre e não faz nada.


Se você consegue acreditar que existe um deus com todas essas características

E que NÃO FAZ NADA


Se você consegue ainda amá-lo e defendê-lo

Então eu não digo mais nada.


Só lamento por você e duvido muito do seu caráter e da sua ética.

Desculpe, mas é isso.


E não venha dizer que a culpa do sofrimento de crianças é dos homens...

O deus em que você acredita criou os homens, não criou?


E criou os vírus...


As bactérias...


Os terremotos...


As doenças...


As peçonhas...


...


Criou todas as coisas que não são o homem

E que também fazem crianças sofrerem.


Se todo criminoso deve ser julgado

Por que o seu deus não?

9 de março de 2016

A QUESTÃO DO ABORTO




PRIMEIRO PENSE NESSE ARTIGO DE LEI:

“A mulher grávida que der consentimento ao aborto praticado por terceiro, ou que, por facto próprio ou alheio, se fizer abortar, é punida com pena de prisão até 3 anos.” Artigo 140, parágrafo 3

DEPOIS PENSE NESSA RELAÇÃO:

Algumas das (muitas) razões que podem levar uma mulher a optar pelo aborto:

- A mulher foi “irresponsável” e transou com um monte de caras sem se prevenir. (E como você a julga dizendo que ela é uma “vagabunda”, você decide que ela merece morrer)

- A mulher foi estuprada (Na sua opinião porque estava usando roupa indecente, portanto, ela “pediu por isso”)

- A mulher estava voltando do trabalho ou da faculdade, nem estava usando roupa “indecente” mas era jovem e “gostosa” por isso algum energúmeno achou que era legal estuprá-la e ela se viu grávida do ser mais nojento e abominável que já a traumatizou. Então ela vai à polícia e o policial a “estupra” novamente com perguntas maliciosas e insinuações perversas que sugerem claramente que a culpa foi dela.

- A mulher “deu” pro cara porque se apaixonou e foi “incompetente” para perceber que ele era irresponsável. Foi abandonada por ele assim que engravidou. Jovem, se viu grávida, sem condições financeiras, sem apoio familiar e sem estrutura psicológica para assumir sozinha a responsabilidade que um filho exige.

- A mulher já tem cinco filhos, com o marido quase sempre desempregado, a família não consegue criar direito nem os que já tem. (E você diz que ela é uma irresponsável que “se reproduz que nem coelho”. E, algumas vezes, você culpa também o homem por não ser “suficientemente proativo”, afinal a meritocracia não diz que se alguém não consegue sucesso na vida é porque “não se esforçou o suficiente”?)

- A mulher é casada, o marido (além do padre ou pastor) é contra a prevenção porque “Deus disse ‘crescei e multiplicai’”. Quando se vê grávida, ela se desespera porque sabe que não tem condição financeira e psicológica para criar mais um filho.

- A mulher é casada mas o marido tem surtos de fúria e espanca os filhos com frequência. Ela não quer ter mais um filho para ver apanhando (Foi essa a razão de minha mãe tentar o aborto)

- A mulher tem um namorado, não pode tomar pílula porque seu organismo rejeita ou porque a família moralista não pode saber que ela tem vida sexual. Um dia a camisinha estoura e ela engravida. Quando conta que está grávida o “namorado perfeito” desaparece e o pai a chama de puta!

- A mulher recebe de um ginecologista, depois dos exames feitos e analisados, o diagnóstico de que não pode engravidar. Para animá-la o médico diz que há a possibilidade de que ela consiga engravidar caso faça um “tratamento” ao qual ele dá nomes que ela não consegue se lembrar. Daí, confiando no médico, ela dispensa a pílula e a camisinha e engravida do namorado. (Foi o que aconteceu comigo!)

- A mulher não é ainda uma mulher, é um criança de 9 anos, estuprada pelo pai (ou padrasto) desde sabe-se lá que idade. Ela engravida de gêmeos e - como seu aparelho reprodutor ainda não está totalmente formado – ela corre risco de morrer. Um médico faz o aborto para salvar a vida da menina. Mas o bispo da cidade excomunga o médico que fez o aborto e a mãe que o autorizou. Não excomunga o estuprador!

- A mulher engravida. O namorado é um cara muito decente e a família dos dois apoia e eles planejam e preparam o casamento. Mas vivem em uma zona de risco e o namorado “confundido com um bandido” - porque é preto e pobre – é baleado por policiais. Ele morre, a mulher “perde o chão” e não se sente com estrutura para criar um filho. (Algo parecido aconteceu com uma amiga minha)

Na sequência você pode (e deve!) colocar outras razões pelas quais passou, que puder imaginar ou que já presenciou.

AGORA UNA AS DUAS E RESPONDA A SI MESMO:

- Por causa da primeira - ou se você tiver um mínimo de ética e de conhecimento científico “apesar” da primeira - você tem certeza mesmo de que quer mandar todas as outras (se pensar melhor, a Primeira Inclusive) para a cadeia ou para a morte?

- Você se acha mesmo no direito de decidir (sem conhecer as pessoas e suas razões) quem tem ou não o direito de fazer aborto e quem merece ir presa ou morrer se contrariar a SUA opinião?

- Você conhece biologia o suficiente para determinar quando a vida gestada é mais “preciosa” do que a vida da mulher em cujo corpo se dá essa gestação, e que VOCÊ está condenando à prisão ou à morte?

ÚLTIMA PERGUNTA:

Jura que seu deus é tão terrivelmente machista assim?

22 de novembro de 2015

Feliz Natal!




Como digo sempre: Não acredito em nenhum deus e não sou adepta de nenhuma religião mas ADORO feriados e dias festivos! 

Acho que são boas todas as datas, desculpas, motivos, razões, para que pessoas se amem, fiquem felizes, se sintam bem, troquem presentes e sorrisos, demonstrem amor.


Por isso comemoro sim o Natal!


Só queria mais, muito mais!


Por que só as datas cristãs? Eu queria todas as festas bonitas de todas as religiões no meu calendário!

27 de outubro de 2015

A DITADURA MILITAR TEVE UM "LADO BOM"?


- Todos cantávamos o Hino Nacional todos os dias.  

Nem todos cantávamos o hino nacional todo dia, e a maioria dos que cantavam – eu inclusive – não sabiam quanto sofrimento e quanta morte estavam acontecendo naquele exato momento nos porões da ditadura. Aliás, não sabíamos da existência dos porões da ditadura.  

E, me desculpe, mas acho que cantar o Hino Nacional não é e nunca foi prova de que vivemos em uma nação civilizada e digna. Nos tempos de Hitler os alemães cantavam o Hino Nacional. Nos tempos de Franco os espanhóis também o faziam... e acho que posso dizer sem errar muito que o Hino Nacional de cada país nunca foi tão cantado quanto nos piores tempos das piores ditaduras.  

- Respeitávamos nossos professores, os policiais, nossos pais e as autoridades em geral  

Respeitávamos os professores porque tínhamos recebido uma boa educação EM CASA e não por causa dos militares. Respeitávamos os policiais porque não sabíamos o que eles estavam fazendo. Respeitávamos nossos pais porque se não o fizéssemos seríamos espancados por eles, ou porque eles nos educavam melhor, e, novamente, isso não tem NADA a ver com os militares!  

Respeitávamos autoridades em geral porque em geral as temíamos e, na minha humilde visão, respeito e temor não é a mesma coisa. E como temíamos as autoridades ou porque nossos pais nos dariam um tapefe de tirar o fôlego caso não o fizéssemos, respeitávamos. E, novamente, isso não tem a ver com os militares.  

Respeitávamos ainda, provavelmente, porque nos ensinavam que algumas daquelas autoridades poderiam nos prender, e se isso tem alguma coisa a ver com militares devia ser por que o medo da prisão, e o conhecimento instintivo desse medo, tinha ultrapassado a censura e, mesmo não sabendo exatamente porque, sabíamos que não era preciso muita coisa para sofrer penas indizíveis.  

Imagino que algo semelhante deve ter acontecido com as pessoas nos tempos da Inquisição.  

- Os militares erraram em alguns pontos, mas estavam perseguindo gente que queria implantar o Comunismo Soviético e Cubano aqui no país  

Será mesmo que você consegue colocar o seu senso de ética, de humanidade e de decência tão longe e torná-lo tão pequeno e insignificante a ponto de poder dizer que adversários políticos devem ser derrotados a marteladas e choques nos testículos?  

- Os inimigos que os militares queriam derrotar são os mesmos que hoje estão no poder e que fizeram toda essa lambança

Desculpe, não sou especialista em história e pouco sei de economia, mas acho que escândalos de roubalheiras e de desvios de dinheiro aconteceram INCLUSIVE nos tempos - na sua opinião áureos - dos militares. Sou velha, me lembro de alguns deles. A diferença, até onde eu sei, é que naqueles tempos os jornais não podiam publicar, a televisão não podia falar e os juízes não podiam condenar.  

- Os militares abriram estradas, fizeram pontes, fizeram hidrelétricas, linhas de transmissão, melhoraram portos e aeroportos

Sim? Não sei dizer exatamente se tudo isso foi assim TÃO verdadeiro em todo o país, menos ainda posso pontuar todos os impactos ambientais, étnicos e sociais que toda essa melhoria proporcionou, mas lembro vagamente de alguns poucos casos desastrosos, como a Transamazônica, por exemplo.  

Que eu saiba, qualquer livro de história pode nos contar quanto custou o “Milagre econômico” que tornou o tempo dos militares tão próspero. Eu me lembro da pobreza e da inflação galopante (muito anterior ao PT) que eram resultado da dívida externa gigantesca gerada pelo “Milagre econômico”.  

E me lembro também de piadas sobre a maravilha de ter altos cargos na Petrobras: o emprego ideal para ladrões e “amiguinhos” de ladrões. Daí vem esse bando de revoltados agindo como se corrupção na Petrobras (entre outras) fosse invenção do PT só porque nunca viram ninguém ser preso e condenado antes.  

- As escolas tinham uma qualidade muito superior a de hoje  

Tinham sim! Mas tinham também muito menos alunos frequentando, muito mais excluídos. Sou uma das críticas mais ferrenhas do estado atual da educação no Brasil, mas NUNCA, (nunca mesmo!) vou querer que a educação pública melhore a custa da liberdade e da exclusão!  

- Não sou defensor da repressão e do autoritarismo  

Engraçado você dizer que não é defensor de repressão e do autoritarismo enquanto defende a ditadura militar! Parece muito com um aluninho meu de quinta série que uma vez disse, certamente repetindo o que ouvia em casa, “Não sou racista mas não gosto de negros”. Essa coisa de negar afirmando parece que virou moda ultimamente... é uma pena!  

- Olha o que seus "amigos" fizeram  

Você relaciona duas coisas até curiosas como as que meus "amigos" fizeram: Primeiro o estatuto do desarmamento, sobre o qual pouco posso dizer além de que sou contra esse pensamento troglodita e, desculpe dizer mas burro, de que uma arma na mão de cada “cidadão” resolve todos os problemas da violência no país; e a outra é que me lembro vagamente de ter acontecido uma votação a respeito e a “não arma”, se não me falha a memória, ganhou.  

O outro ponto que, ironicamente você coloca como algo terrível que os meus "amigos" fizeram foi, nas suas palavras “tentativa de controle da imprensa”. Cara, juro que agora fiquei espantada! Então você defende os militares que CONTROLARAM a imprensa criticando a democracia que, “tentou” controlá-la? Onde foi parar a sua lógica?  

De onde você tirou isso de que houve essa tentativa eu não tenho certeza, mas imagino, e nem sequer duvido de que tenha havido algo que poderia ser visto dessa forma, mas acho que a simples existência da Globo e da Veja com suas meias verdades, versões elaboradas e palavras escolhidas para – elas sim! – controlarem o que e como o povão pensa e quem e como o povão ama ou odeia; esse controle DA imprensa sobre o povo; é mais do que prova de que a imprensa pode até estar sob controle, mas não do governo!  

- Seus "amigos"  

Só para esclarecer e refutar esse seu argumento ad homini, eu não sou petista, não votei na Dilma nem no primeiro nem no segundo mandato e só votei no Lula da primeira vez.  

- Isso me lembra os 10 mandamentos de Lênin!!!  

Desculpe minha ignorância, mas não faço a menor ideia de quais sejam os 10 mandamentos de Lênin!!!